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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Nova Zelândia




País de origem: USA - raça média para carne

Idade adulto: 5 meses
Peso mínimo: 4 kg
Peso ideal: 4,5 kg
Peso máximo: 5 kg

CONFORMAÇÃO:
Cabeça: De tamanho regular em proporção ao corpo. O macho apresenta perfil arredondado e a fêmea perfil afilado. Pescoço praticamente invisível.
Olhos: São despigmentados (róseos).

Orelhas: Tamanho pequeno em proporção ao corpo, carnuda, comprimento máximo de 12,5 cm. Quanto mais curtas melhor. O formato é arredondado.
Tronco: Cilíndrico, lombo bem desenvolvido.
Quarto posterior: Forma arredondada, musculatura bem desenvolvida, sem depressões.
Cauda: Inserção vertical, colocada ao quarto posterior.
Membros: Bem aprumados, bem proporcionados, sendo mais fortes no macho.
Unhas: Brancas (despigmentadas).
Coloração da pele: Branco puro.

Gigante de Bouscat



País de origem: França

Idade adulto: 5 meses
Peso mínimo: 5 kg
Peso ideal:
Peso máximo: 7 kg


CONFORMAÇÃO:
Cabeça: Nos machos bem desenvolvidas sempre em harmonia com a proporção do corpo do animal, nas fêmeas, mais afiladas, com a delicadeza dos traços (características das fêmeas).
Olhos: Completamente despigmentados (mais brilhantes), próprios dos albinos, apresentam a íris cor-de-rosa.
Orelhas: São robustas, aveludas, bem plantadas e em forma de V. Na parte mediana, larga em forma colher, a ponta arredondada, mínimo de 15 cm, proporcional a um animal de 7 kg de bom comprimento, deverão ter de 18 a 19 cm.
Tronco: Robusto, elegante, musculoso, comprido e firme.
Quarto posterior: Com ossatura leve para um gigante, envolvido por camada de pele e músculos.
Cauda: Inserção vertical.
Papada: Nula nos machos e desenvolvida nas fêmeas.
Membros: Bem desenvolvidos, com aprumo e robustos.
Unhas: Brancas de tamanho proporcional.
Cor do pêlo: Branco-neve.
Pelagem: Densa, pelo fino, delicado e lustroso, deve voltar rapidamente a posição normal quando tocado ao contrário.





Finalidades da Criação de coelhos

Os coelhos domésticos podem ser criados para fins diferentes, cada um deles sendo o principal, e com boa gestão, pode resultar em benefícios econômicos que não podemos desperdiçar.
Entre elas estão:

a) A produção de carne:
As carcaças dos coelhos podem vir para o mercado com cerca de 8 semanas de idade e menos de 14. O peso de cada uma varia entre 1,0 e 1,6 quilos, quantidade suficiente de para alimentar uma família de 5 membros. Por outro lado, gordura e ossos representam apenas 14% do peso total da carcaça, de modo a obter o rendimento de que é o máximo.
A carne de coelho é branca e rico em proteínas, o seu teor de gordura é baixo e seu colesterol é baixo. Em testes de laboratório mostraram que a produção de ácido úrico no corpo humano após a ingestão for menor do que quando consumidos outros carnes (bovina, carne de porco, carneiro), é ligeiramente inferior a galinha e, em pequena proporção superior ao peixe.
Por estas razões, carne de coelho é considerado "diet", porque ele contém menos calorias do que outras carnes, sendo altamente recomendável para convalescentes e doenças artríticas por seu excelente nível de digestão e baixa produção de ácido úrico.

b)A produção de peles:
As peles curtidas constituem um subproduto do coelho muito apreciável, anunciados para a fabricação de artigos de vestuário e seus resíduos podem ser utilizados para a fabricação de suvenir's, tais como chaveiros, chapéus, etc.

c)A produção de pelos:
Apenas uma raça produz uma alta qualidade de pelo para industrializar, o angorá, coelho que tem seu pelo utilizado no vestuário, principalmente chapéus e blusões. A China é o maior produtor de angorá para a utilização do pelo no mundo, produzindo cerca de 80% das 5000 toneladas/ano.

d)A produção de reprodutores:
Qualquer uma das muitas raças existentes, quando forem tratadas adequadamente, a fim de preservar a pureza de seu sangue e evitar a consanguinidade na produção, podem ser criadas exclusivamente para utilização como reprodutores.

e)A produção de coelhos vivos:
A produção de coelhos vivos, para sere vendidos como animais de experimentação, para a fabricação de remédio na indústria no desenvolvimento de soros, vacinas, testes biológicos e, também eles podem ser vendidos como animais de estimação.






















sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Reposição de Reprodutores no Coelhário


A reposição das fêmeas reprodutoras, em qualquer criação de coelhos, deve atender aos seguintes fatores:

- MORTE: A eliminação de uma coelha reprodutora por causa de morte será, em sua maioria devido a processos septicemicos, problemas no parto, enfermidades graves, alterações fisiológicas, golpes de calor e acidentes.
Se estima uma incidência entre 1% a 3%, nas criações de maior porte, onde torna-se necessária a substituição da fêmea morta por outra reprodutora.

- PROBLEMAS SANITÁRIOS: A síndrome respiratória é uma patologia que mais contribui para a eliminação e consequente substituição das fêmeas reprodutoras. Falamos das manifestações que se, provocam pouca mortalidade, estão presentes em maior ou menor grau em todos os tipos de criações cunículas e são as conhecidas - coriza, mastites, pasteuroloses, necrobaciloses, etc.
A mixomatose, enfermidade viral, que constatamos nas criações tanto na sua forma clássica como a respiratória, nos leva a eliminação sistemática e rápida dos animais afetados como forma de controle do problema, além das medidas de vacinação e de higiene.
A eliminação de animais doentes deve-se situar na média de 2% a 5%, em criações de maior porte, que contam com um bom programa sanitário.

-IRREGULARIDADE PRODUTIVA:Devemos nos basear em critérios absolutamente técnicos sempre relacionados a produtividade das fêmeas, quando o cunicultor demonstrará seu profissionalismo ao eliminar as coelhas que não cumprem os parâmetros produtivos determinantes da sua produtividade, os quais destacamos:
*receptividade - quando a coelha sucessivamente não aceita o macho para a monta natural, apresenta constantemente a vulva branca, são indicadores de uma primeira causa para a eliminação, a receptividade média durante o ano deve situar-se ao redor de 95% com mínimos de 50% (problemas) e máximos de 100%;
*fertilidade - utilizada como parâmetro indicador da gestação, ao realizarmos a palpação abdominal entre os oito e dezessete dias após o acasalamento nem todas as fêmeas resultam gestantes. Podemos determinar que a palpação positiva gira em média ao redor de 82% ao ano. Existem épocas com fertilidade superior a 90% e outras que dificilmente atinge a 60%; a época máxima de baixa na fertilidade ocorre principalmente no fim do verão devido a principalmente a deficiencia de nutrientes durante os meses de calor com a consequente diminuição do consumo dos alimentos pelos animais em especial as fêmeas de reprodução, o que muitas vezes provoca problemas de fertilidade.
Dependendo do sistema de criação, uma única falha de fertilidade sugere a eleminação da fêmea, ou pode o cunicultor permitir que suas coelhas apresentem duas ou três palpações negativas, uma vez que é o comportamento coletivo da criação que indica a disponibilidade de reposição por este parâmetro.
*fecundidade - entendida como partos após palpações positivas, observamos o seguinte; palpações positivas após cobrições (fertilidade) e parto após palpações positivas ( fecundidade).
Portanto, se 95% das fêmeas são receptivas e destas 82% são férteis sendo 97% fecundas, podemos afirmar que 75% das fêmeas levadas aos machos devem parir.
*prolificidade - usado como parâmetro de descarte e consequente reposição, pode ter como objetivo o número de nove láparos nascidos vivos por parto. Se aceita partos rentáveis com sete a onze filhotes nascidos vivos, com extremos de cinco a doze.
Em uma exploração industrial, eliminaremos as coelhas com partos inferiores a seis filhotes nascidos vivos por parto.
*produtividade - consiste na aptidão leitera da coelha, seu temperamento materno a qualidade do ninho e a forma de que como conduzem a ninhada recém nascida, através da lactação até o desmame. Por irregularidade produtiva dependendo do tipo de criação a reposição mensal pode variar de 5% a 14% das fêmeas reprodutoras.
Considerando as três causas descritas de eliminação: morte, problemas sanitários e irregularidades produtivas, a reposição mensal das fêmeas reprodutoras principalmente em uma criação média ou de grande porte pode variar entre 8% a22%.
Não podemos separar a produção da reposição, normalmente quanto maior a produção maior também será a reposição dos reprodutores.


terça-feira, 7 de setembro de 2010

Hemorragica Viral (DHV)


A Doença Hemorrágica Viral (DHV) é uma doença infecto-contagiosa que afeta Coelhos, causada por um calicivírus.

A DVH é altamente contagiosa, transmite-se quer por contato direto, quer indireto (através de objetos contaminados, roedores e insetos). Os objetos contaminados se não forem lavados e desinfectados podem ser uma fonte de contágio mesmo após a eliminação dos animais doentes.
Os animais afetados morrem muitas vezes sem apresentar quaisquer sinais clínicos, outras vezes apresentam sintomas neurológicos (incoordenação, excitação) e por vezes hemorragias pelo nariz ou outros orifícios naturais. Os sintomas manifestam-se cerca de 48 horas após a infecção.
A mortalidade pode variar entre os 50 e 100%. Os coelhos que sobrevivem à doença permanecem como portadores e podem continuar a excretar vírus durante aproximadamente um mês.
A prevenção da doença faz-se através da vacinação e controle de insetos e objetos contaminados.